6 de junho de 2011

Revendo conceitos e corrigindo erros.

Há alguns dias escrevi um artigo onde sentava a língua, digo os dedos, pois estou teclando. (Pensaram outra coisa?) no pessoal do posto de saúde familiar do Vale das Pedrinhas. Inclusive na médica que lá atende.

Continuo sentando, mas tenho; como pessoa correta que sou; que corrigir alguns erros que cometi no calor da ira. Apesar do bom atendimento que o pessoal de lá vem dando a minha esposa que é hipertensa.

Meu primeiro erro: foi por em duvida a formação da Drª Edna, sei muito bem que ela é formada e registrada nos conselhos competentes. Ótima médica em sua especialidade e muito melhor pessoa do que médica.  Bem como seu esposo. São pessoas por quem tenho muito respeito e carinho. Por isso publicamente peço-lhes desculpas.

Meu segundo erro: Ao criticar seu trabalho, fiz sem fundamentos e alguns dias após o feitiço virou contra mim, o feiticeiro. Como a situação financeira não anda nada bem, devo só a dois, Deus e o mundo. Mandei minha esposa ao referido posto para ser receitada e podermos adquirir seus remédios, no programa Farmácia Popular do governo federal. Confesso que quando minha esposa foi fiquei com os dedos coçando. Já pensando no que escreveria neste blog, nas petições que faria a justiça e as queixas que daria na delegacia. Pois acreditava que ela não seria atendida.

 Que cilada eu armei para mim. O apressado com cru e quem, eu no meu caso, atolei os dedos em uma panela de angu fervendo. Ficaram queimadinhos. Não só a Drª Edna prescreveu o remédio para minha esposa, como, pegou sua ficha no arquivo, e deu-lhe um merecido puxão de orelhas. Pois minha esposa em 2007 fez vários exames cardiovasculares, através do posto, a pedido de um cardiologista particular e não voltou mais nem ao médico particular, nem ao posto de saúde. Desperdiçando assim o dinheiro público. Sim! Porque o uso correto do dinheiro público não é obrigação só dos políticos. E nossa também, os cidadãos. Voltando ao assunto, a Doutora; embora o pedido tivesse sido feito por um médico particular; transcreveu todos os resultados para a ficha de minha esposa. Mostrando uma tremenda organização.

Agora nesta nova consulta a doutora além de prescrever vários procedimentos laboratoriais e de diagnóstico cardiovasculares, transcreveu exames ginecológicos de rotina. Desta vez ficarei vigilante, pois se não admito a prática do que não é correto, ético e moral, dos outros, admito muito menos, quando é praticado por pessoas de minha família ou minha casa.

Mas não pensem que me dei por satisfeito ou vencido. Falei que como os procedimentos foram para a prefeitura para serem aprovados; lembrei do tempo do falecido que aprovava os exames sem ter o mínimo conhecimento de medicina, para saber se os procedimentos eram necessários ou não, com o intutito de perseguir os que não estavam consigo; não seriam aprovados, pois a administradora do município não é medica também. Juro! Preparei minhas petições. Uma para mandado de segurança e outras para queixa por exercício ilegal de profissão, perseguição política e descriminação.

Em minha cabeça os pedidos de autorização dos exames levariam meses para obter resposta de sim ou não, como na época do falecido do Posto. Foi ai que o mundo girou em contrário a mim, girei como nego doido, nego que sou doido que fiquei. As coisas mudaram em Guapimirim, agora que aprova os Exames é o Sr. Bruno secretário de saúde, este do ramos da pasta que ocupa, e em uma semana a agente de saúde Maria bateu em minha porta para entregar os pedidos devidamente autorizados e agendados. Pontos para a administradora do município.

Meu terceiro erro: O pessoal que trabalha lá no posto, é muito mal remunerado, precisam de seus empregos e fazem o que pode. A culpa é da administração que não procura capacitá-los melhor e dar-lhes melhores remunerações e condições de trabalho. Sem contar as muitas pessoas grosseiras que os agridem com discussões ou reclamações. Além de um desocupado que por falta do que fazer fica atacando-os pela internet. RSRSRSRS!

Não pense que alguém chegou para mim e reclamou, pois aqui ninguém se manifesta prá nada, muito menos a favor ou contra. É que minha mente parece um carro de ponta da fórmula um, trabalha a milhares de giros por minuto e fica pensando e repensando, avaliando o que fez de certo e errado. Sou humilde para admitir quando extrapolo.

Vou continuar aqui criticando quando achar necessário, questionando quando achar que devo, extrapolando e me redimindo sempre que entender que é minha obrigação.

A PRO-PO-SI-TO! Cadê o numero para chamarmos a ambulância. Na madrugada de hoje, eram três horas, acordei com uma tremedeira na cabeça parecia outro AVC, mas era indigestão. Só pensava para onde ligar para obter socorro, caso precisasse. Tranquilizei-me por que havia dois carros em casa. Mas se estivesse só com minha esposa e sem carro, o que faria?

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