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26 de março de 2017
24 de janeiro de 2017
CALEM-SE VASSALOS...
Mais uma vez ecoa silenciosamente por esta nação brasileira as ordens dos nossos senhores feudais: “CALEM-SE IMBECIS VASSALOS, RECOLHAM-SE A SUA INSIGNIFICÂNCIA E VÃO JÁ TRABALHAR PORQUE EU ESTOU MANDANDO.”
Em meio a demência dos três poderes constituídos deste país, vemos-nos, mais uma vez obrigado a aceitar calados e passivamente, todos os abusos e desmandos que nos são impostos por aqueles aos quais teoricamente delegamos apenas o poder de nos representar perante os interesses desta nação!
E assim, nessa submissão moral e social que nos é imposta pelos nossos escolhidos legais, continuamos na condição de reles vassalos necessários apenas para cumprir ordens e pagar altos tributos. essa condição feudal nos remete às senzalas e as opressões que vivemos no passado não muito distante.
O primeiro artigo da nossa Constituição diz que somos uma República Federativa,formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, que constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:I - a soberania; II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V - o pluralismo político. e em seu parágrafo único. que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos daquela Constituição.
Mais adiante, o quinto artigo prevê que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, conforme seus termos, o décimo quarto termo deste artigo, diz que é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional. O que é ratificado pelas leis complementares de acesso a informação e da transparência!
Tudo isso seria muito bonito se nossa Constituição fosse auto aplicável ao invés de proform, como diriam os mais antigos, uma coisa para inglês ver! Ela torna-se inconsistente ao falar em povo mas não especificar a que povo se refere, se é o povo brasileiro em geral, ou ao povo do PT, PMDB, PSDB, PSB e demais partidos políticos brasileiros, bem como ao povo do poder judiciário.
Novamente os direitos constitucionais dos cidadãos brasileiros foram cerceados e revogados por ato isolado de uma única pessoa, o juiz federal Raffalle Felice Pirro, da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis (RJ), que determinou nesta segunda-feira que deve tramitar em sigilo de Justiça o inquérito instaurado para investigar o acidente aéreo que matou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki e outras quatro pessoas.
Sei que o referido juiz usou de ferramentas legais e a pedido, mas nem tudo que é legal, deixa de ser imoral e me parece que as despachar tal determinação, além de me dizer: CALE-SE VAGABUNDO VASSALOS, RECOLHA-SE A SUA INSIGNIFICÂNCIA E VÁ JÁ TRABALHAR PORQUE EU ESTOU MANDANDO, também favorece aos interesse exclusivos de um pequeno grupo privilegiado.
E assim sem podermos tecer nossas próprias conclusões através das informações das investigações recebidas em tempo real, viveremos com os nossos pais em épocas repressoras não muito distante no passado. Ocasiões em que não existiam a celeridade das redes sociais e as mídias da época, manipularam e alienaram o povo com informações levianas. Restando-me apenas cantar a música COMO NOSSOS PAIS.
24 de dezembro de 2016
Discriminação impede que pessoas LGBT tenham acesso à saúde, alerta OPAS
Para Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), saúde universal significa que acesso de todos os indivíduos, independentemente de gênero ou orientação sexual, a serviços. Agência da ONU participou de evento nesta semana sobre preconceito no atendimento ao público LGBT.

Foto: OPAS
Pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBT) enfrentam estigma e discriminação não apenas na sociedade em geral, mas particularmente na área da saúde. O preconceito impede o acesso dessa população a serviços de qualidade e coloca indivíduos em risco de serem tratados de forma desrespeitosa e abusiva em ambientes que deveriam preservar seu bem-estar.
O cenário preocupa a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que participou na segunda-feira (12) de um encontro entre especialistas, defensores dos direitos humanos e representantes dos Estados-membros.
“Por saúde universal, queremos dizer que todos — independentemente de sua origem socioeconômica, etnia, gênero ou raça — estão cobertos por um sistema de saúde bem financiado e organizado, oferecendo serviços de saúde abrangentes e de qualidade”, afirmou a diretora do organismo regional, Carissa F. Etienne.
Pesquisas mostram que o preconceito contra homossexuais e a falta de informações sobre questões de gênero estão por trás do atendimento de má qualidade à população LGBT — e podem levar até mesmo à recusa absoluta da prestação de cuidados. Nos centros de saúde, esse público também está sujeito a abusos.
Segundo a OPAS, profissionais clínicos nem sempre têm um entendimento adequado das necessidades específicas de saúde desse público. Para o organismo regional, redes de atendimento precisam ser aprimoradas para lidar com questões como os traumas associados a episódios de preconceito.
Durante o evento realizado na última segunda-feira (12), palestrantes do Brasil e do Canadá descreveram ações adotadas para lidar com o estigma e a discriminação LGBT e proteger a saúde e os direitos humanos.
Representando o Canadá no evento, Randy Boissonnault, conselheiro especial sobre questões LGBTQ do primeiro-ministro do país, Justin Trudeau, falou sobre a nova legislação que o governo propôs para reconhecer e reduzir a vulnerabilidade de pessoas trans e de gêneros diversos. Objetivo é protegê-las do estigma, dos discursos e crimes de ódio, além de reafirmar sua igualdade na sociedade canadense.
Além de instituir novas leis, o Canadá também está implementando projetos de prevenção da violência homofóbica e transfóbica nos sistemas educacionais. A Agência nacional de Saúde Pública apoia ainda programas comunitários que amparam vítimas de violência familiar, incluindo indivíduos trans.
Toni Reis, presidente do Grupo Dignidade, observou que o Brasil tem um passado doloroso quando se trata de discriminação LGBT. Segundo ele, mais de 5 mil pessoas foram mortas no Brasil entre 1980 e 2015 e a discriminação prevalece até os dias de hoje.
Apesar dos desafios, estados e municípios têm desenvolvido planos de ação abrangentes na área de saúde e iniciativas têm recebido a participação de membros da comunidade LGBT.
Caleb Orozco, diretor-executivo do United Belize Advocacy Movement, parabenizou evoluções como a resolução dos Estados-Membros da OPAS sobre saúde LGBT em 2013, que indicam o crescente compromisso internacional para proteger e promover a saúde das pessoas LGBT e seus direitos humanos. Apesar dos avanços, “há uma urgência em se afastar da discussão para a ação”, alertou.
A presidente da Translatina Coalition, com sede na Califórnia, Bamby Salcedo, ressaltou que “é responsabilidade dos governos implementar as resoluções que foram acordadas”. Os países precisam investir recursos na comunidade trans”, disse.
FONTE: NAÇÕES UNIDAS NO BRASIL - OPAS/OMS
16 de novembro de 2016
José Antonio Reguffe ( PDT/DF) - Um Exemplo de Político
Em uma entrevista ao Correio Braziliense, O Senador do Distrito Federal, mostra o elenco de renuncias que fez quanto aos benefícios desfrutados pelo senadores da Nação. Realmente é um exemplo que deveria ser seguido por todos os senadores e demais político, inclusive deputados estaduais e vereadores. Principalmente pelos os da Alerj, que capitaneados por Jorge Picciani.
Atitudes assim, aqui no Rio de Janeiro, estado que encontra-se em colapso econômico e moral, ajudaria muito e também representaria uma economia de bilhões aos cofres estaduais!
Porém, penso que o direito a usufruir desses, auxílios, benefícios e sobre salários, bem como o corte dos mesmo, deveria ser decidido pelo povo e votado através de um PLEBISCITO e um REFERENDO! Valendo também para os concedidos aos Magistrados! (Gilson de Abreu)
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