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27 de março de 2017

CORREIOS VAI DEMITIR SEVIDOR CONCURSADO

Presidente diz que estatal precisa ser reestruturada para sobreviver

O presidente dos Correios, Guilherme Campos, vai anunciar em breve a mais polêmica decisão da história da estatal, diante da séria crise pela qual passa: o programa de Dispensa Motivada – na qual terá de demitir servidores para a empresa sobreviver

Cenário ocorre no momento em que a Câmara Federal aprova a lei da terceirização para o mercado de trabalho

Fotos Públicas


Cenário ocorre no momento em que a Câmara Federal aprova a lei da terceirização para o mercado de trabalho

O PDI – Programa de Dispensa Involuntária, no qual 5,5 mil funcionários deixaram a empresa, não foi suficiente para parar a sangria. Na Dispensa Motivada, ainda não há um número, mas a direção já faz levantamento de quais setores serão atingidos.

A direção dos Correios prepara sua defesa jurídica baseada no artigo 173, Parágrafo 1, Inciso II da Constituição, que permite adotar em empresa pública o regime jurídico de empresas privadas. E há brecha legal também para a Dispensa Motivada no Artigo 165 da CLT, na qual a estatal poderá alegar o grave quadro financeiro e econômico.
O cenário ocorre no momento em que a Câmara Federal aprova a lei da terceirização para o mercado de trabalho – embora este tema não esteja em debate na estatal.

Crise

Um integrante do Palácio revela que, na última década, mais de R$ 6 bilhões foram retirados dos Correios para ‘pagar dividendos’ – ou seja, para até manter o superávit primário.
Os funcionários foram avisados também da suspensão das férias. “Isso terá impacto de R$ 1 bilhão (a menos na conta) em 12 meses”, diz à Coluna o presidente dos Correios.
O clima é de protesto e tensão na estatal. Sindicatos das categorias já ameaçam paralisação. Campos alerta que as decisões são inevitáveis para a empresa sobreviver.

Apontada como uma solução, a privatização está fora de questão. “A missão que o presidente Temer e o ministro Kassab (Comunicações) deram é a recuperação da empresa”, diz Campos.



4 de dezembro de 2016

MAGÉ, Autoridades se mobilizam contra aumento de tarifa abusiva de Pedágio

Zé Augusto Nalin e Marcos Peçanha (Sabiá), prometem brigar até as últimas instâncias para evitar o aumento abusivo.


Não vamos abrir mão de nossas conquistas. Estamos em um esforço sem precedentes para reerguer nossa cidade, não permitiremos que o povo mageense seja sacrificado mais uma vez!
Com essas palavras o deputado Zé Augusto Nalin se referiu ao aumento a qual Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou, hoje (2/12), a 6ª revisão extraordinária e o reajuste da tarifa básica nas praças de pedágio da rodovia BR-116/RJ, no trecho Além Paraíba – Teresópolis – entroncamento com a BR-040 e acessos, administrada pela Concessionária Rio-Teresópolis (CRT). As novas tarifas entram em vigor à 0h do dia 5/12/2016.


Entrevistados pelo nosso veículo, Marcos Peçanha (Sabiá), declarou que apelará a todas as instâncias judiciais para desautorizar o que para ele é uma medida extrema na condição do trabalhador e morador da cidade de Magé, Guapimirim e região.


Clique aqui para visualizar a resolução completa.
“Vamos convocar a polícia Federal, O Ministério Publico Federal e levar essa aberração, descabida ao conhecimento do Brasil, não permitiremos mais que Magé seja o ‘bode expiatório’ de medidas como essa, repito, aberração contra a população.” Declarou Sabiá.
A cidade recebeu a notícia do aumento com revolta e através da página do Magé|Online.com no Facebook, desencadeou vários comentários de repúdio a ANTT e CRT.
Segundo cálculos extraídos preliminarmente, a autorização do aumento da tarifa do pedágio e o cancelamento do bilhete único podem acabar definitivamente com o emprego de centenas de moradores de MagéGuapimirim e Teresópolis. O aumento das duas medidas conjuntas simultaneamente, representam mais de 60% de perda no salário do trabalhador.
Um trabalhador que ganha o salário mínimo, se sacrifica todos os dias, acorda na madrugada e retorna a noite, ou seja paga com o próprio sangue sua sobrevivência, não pode ser expurgado da sociedade através de decisões que retirem deles a mais básica e fundamental direito constitucional, o direito a vida, que sem trabalho, como sobreviverá.” Reiterou o Deputado Zé Augusto Nalin.
Depois de analisadas todas as possibilidades de um possível acordo com essas empresas, responsáveis pelo desejo de acabarem com qualquer possibilidade de crescimento da cidade, Zé Augusto Nalin e Marcos Peçanha, conclamam a população para mobilização total contra o aumento, na segunda-feira 05 de dezembro, a partir das 5:00 horas da manhã na praça de pedágio da CRT em Bomgaba- entrada de Piabetá, praça principal do pedágio.
Apelamos para que os moradores da cidade de Magé, Guapimirim e Teresópolis estejam presentes nesse evento. Vamos dar um basta e quebrar as correntes que humilham a população de nossa região. 
Não sei qual caminho devemos seguir, só sei que estou cansando de desacreditar. Tenho certeza de que nós somos muitos e juntos poderemos fazer a diferença.
Devemos lutar por aquilo que acreditamos e para arrebentarmos as correntes que nos impede de sermos livres. Devemos gritar para que os outros ouçam e até sintam nossa dor para que compreendam e quem sabe nos ajudem a carregar e nos livrar das correntes. Já houve quem dizia que “quem sabe faz a hora não espera acontecer”O que estamos esperando para lutar por nossos direitos? O que estamos esperando para darmos as mãos e sairmos às ruas e mostrarmos nossas feridas? Não tem como cuidar do filho do outro, da educação do outro se antes não cuidarmos da gente, de nossas crenças, de nossos valores. A Equipe do Magé|Online se solidariza com a iniciativa de mobilização pela liberdade de Magé e região e estará presente na manifestação de repúdio contra mais esse ataque a população.
Antonio Alexandre, Magé|Online.com 

27 de novembro de 2016

DEU NO ELIZEU - Elizeu Pires.com - Publicado em 26 Novembro 2016 09:00


A internet é uma porcaria, mas mesmo assim gestão escolar on-line foi implantada
Ao custo de R$ 780 mil a Secretaria de Educação de Guapimirim contratou, no dia 23 de maio deste ano, a Inffactor Comercio e Serviços para implantar um software de gestão escolar on-line para toda rede municipal do ensino e treinar os profissionais da área para operarem o sistema. Do total, consta no registro de pagamentos da Prefeitura, a empresa já recebeu R$ 314 mil, mas nada garante, revelam servidores do setor, que a coisa vá funcionar a contento, simplesmente porque, afirmam, o serviço de internet disponibilizado “é uma porcaria”. Na verdade o treinamento dos profissionais da Educação começou no mês passado, mas desde agosto, segundo prova o processo administrativo 7615, o governo vem fazendo pagamentos pela prestação do serviço.

Ao todo, entre janeiro e novembro, a Inffactor recebeu quase R$ 1,2 milhão dos cofres de Guapimirim, sendo R$ 334.303,00 pagos com dinheiro do Fundo Municipal de Educação, sendo R$ 314.080,00 referentes à implantação da gestão escolar online, que depende de conexão em rede com boa qualidade para funcionar a contento. Em relação ao Contrato 26/20216 o sistema de registro de pagamentos da Prefeitura mostra dois empenhos quitados, o 219, pelo qual foram pagos R$ 209.386,66 e o 220, com total quitado de R$ 104.693,34.

Apesar de seu maior contrato ser para serviços de informática, a Inffactor fornece para a Prefeitura de Guapimirim desde 2013, quando faturou R$ 376.304,85 dos cofres municipais. No ano seguinte o total recebido passou para R$ 953.698,60 e deverá fechar 2016 com pagamentos totais de cerca de R$ 1,6 milhão, já que do caixão (a empresa fornece urnas mortuárias para o município) a programa de computar a Inffactor Comercio e Serviços é a solução.

29 de outubro de 2013

Ao invés de cevada, cervejas da Ambev são feitas à base de milho. Você sabia?

Circula com sucesso na internet uma denúncia baseada em matéria da revista Exame, mostrando a adulteração das cervejas brasileiras mais vendidas. Entre as mais conhecidas, apenas as da marca Baden, as Colorado, a Bavária Premium, a Cevada Pura, as Eisenbahn, a Heineken, a La Brunette, a Paulistânia, a Schimitt Ale e a Therezopolis Gold são as nacionais produzidas com puro malte de cevada – ou seja, cervejas de fato. As demais levam 45% de milho, limite máximo permitido em lei, mas querem aumentar essa percentagem. Confira a denúncia:


JÁ PROVOU CERVEJA DE MILHO?
Já provou cerveja de milho? Se você já bebeu Bohemia, Skol, Antárctica ou Nova Schin, por exemplo, a resposta é sim. Todas elas levam na sua receita até 45% de milho – substituto barato da cevada maltada, ingrediente da receita original desta nobre bebida. Já se sabe dessa malandragem pelo menos desde o ano passado, quando uma pesquisa da USP e da Unicamp analisou as cervejas brasileiras e constatou que as cervejarias nacionais usam nos seus produtos quase 45% de milho, limite máximo permitido por lei. A novidade, noticiada pela Folha, é que as cervejarias estão batalhando para colocar ainda mais milho na sua cerveja – até 50%. Seria a verdadeira cerveja de maizena.
A cerveja é a bebida mais antiga que a humanidade produziu. E ela sempre foi feita de cevada, primeiro cereal que o homem plantou e colheu. E esse pioneirismo do grão talvez não seja coincidência – estudiosos da revolução do neolítico (período em que desenvolvemos a agricultura, há de 10 mil anos), consideram a hipótese de o homem ter desenvolvido as primeiras técnicas agrícolas justamente para fabricar cerveja. Se você leu o Almanaque das Drogas, já sabe disso. Na era medieval, a Europa começou a ter problema de intoxicação por causa de cervejas feitas com ingredientes duvidosos e monges alemães que fabricavam cerveja baixaram um decreto com os ingredientes essenciais e obrigatórios da cerveja – e lá estava o malte de cevada como único grão aceito. É dele que vem o açúcar que as leveduras usam na fermentação para produzir álcool e gás carbônico. Quando se muda o grão que as leveduras “comem”, muda também o sabor do produto final.
Os mestres cervejeiros daqui apelam para essa mistura porque a produção de cevada brasileira é pequena, e nosso know how sobre o processo de maltagem é baixo. Então praticamente todo malte usado em nossas cervejas é importado e, logo, caro. Então eles colocam milho para deixar a cerveja mais barata. Uma grande sacanagem com o consumidor. Porque cerveja com mais milho é menos cerveja. Não tem saída, ela fica diferente mesmo. Só não dá para dizer que fica pior porque tem gosto para tudo – quem sabe você não gosta mesmo é do fermentado de milho?
E O PREÇO?
A sacanagem é ainda mais cruel se levarmos em conta algumas questões econômicas. A primeira é que já pagamos um preço absurdamente caro por uma garrafa de cerveja. Em São Paulo e Rio de Janeiro não é difícil achar um bar que venda 600 ml por R$ 8. A outra questão é que a Ambev, produtora das marcas mais vendidas do país, é dona da 4a maior margem de lucro sobre a venda entre as empresas brasileiras. De cada R$ 100 vendidos pela cervejeira, R$ 49,80 é lucro.*
Isso quer dizer que eles não precisam piorar a cerveja para manter seu negócio lucrativo. Os donos da Ambev são os homens mais ricos do país – Jorge Paulo Leman, sócio majoritário, tem uma fortuna de R$ 38 bilhões. Esses comerciantes de drogas poderiam ganhar um pouquinho menos por garrafa para manter nossa cerveja ruim como já é. Não precisava piorá-la. Mas eles preferem fazer isso a ganhar alguns centavos a menos. E ainda acham que só os fabricantes de drogas ilícitas é que são malvados e gananciosos, capazes de “malhar” seus produtos
Um Abraço e escolham melhor os produtos.

Manoel Vidal-TRIBUNA DA IMPRENSA

31 de outubro de 2011

Casal de São Paulo batiza o filho como "Facebookson" causando polêmica e repercussão internacional



Como muitos casais modernos, o motoboy Anderson Cerqueira e a auxiliar de escritório Janete dos Santos se conheceram por uma rede social. Os dois casaram-se e tiveram um bebê lindo, que nasceu saudável no último sábado. O conto de fadas contemporâneo tinha tudo para ficar no anonimato não fosse por um detalhe: os dois batizaram o bebê com o nome de Facebookson, em homenagem à rede na qual se encontraram pela primeira vez. Anderson contou que teve que ir a dois cartórios antes de conseguir registrar a criança. "Eu queria chamar de Facebook, mas eles disseram que não pode dar nome estrangeiro, então eu coloquei Facebookson, porque eu sou Anderson", explicou ele. A história ganhou o mundo depois que o jornal americano Daily Bulletin (na foto, o pai com o exemplar), de Los Angeles, publicou o caso.

Nas redes sociais, o casal foi alvo de críticas. Para muitos, o episódio reforça a popularização do Facebook no Brasil. A matéria, publicada na editoria de economia, usou o caso como exemplo de como a rede de Zuckerberg está avançando inclusive no Brasil, onde o domínio do Orkut era absoluto. Alheio a toda a polêmica, o pequeno Facebookson dormia tranquilo no colo da mãe. Resta saber se até ele ficar adulto alguém ainda lembrará do Facebook.

Comentário de internauta:

Ainda bem que foi menino, se fosse menina seria Facebokete em homenagem ao nome da mãe (Janete)!