Em Guapimirim, pequeno município do leste fluminense, cujo território se estende da Região metropolitana até a famosa Região Serrana, a população quase que em sua totalidade, está indignada com o valor correção reajuste aplicados ao IPTU 2017.
A discrepância entre o reajuste aplicado e o que pode ser praticado, é tão absurda, que existem proprietários que irão pagar mais de 600% em relação ao ano anterior 2016.
Ocorre que o governo se baseou em uma lei de 2002. Porém há uma Lei Complementar de 2009, que define o Código de Tributação municipal.
De acordo essa lei, a competência de manter atualizado o valor venal dos imóveis é do Poder Executivo. Portanto, Prefeitura de Guapimirim está no seu direito de fazer essa atualização. Entretanto essa mesma lei estabelece que o IPTU não pode ultrapassar a 1% do valor venal e seu reajuste não pode ultrapassar ao limite anual de 10%, devendo ser escalonado e gradativo a cada ano observado esse limite.
Portanto, se não tiver outra lei regulando o Código de Tributação municipal, esse reajuste integral que a Prefeitura aplicou, está ILEGAL!
Isto posto ficam as perguntas que não se calam em mim:
1 - Este reajuste contempla também os imóveis do alto escalão do poder municipal? Sendo certo que a maioria são residentes em "outros" municípios e não possuem imóveis em Guapimirim.
2 - Sabendo-se que para empreender é preciso arrecadar, ao mesmo tempo, que para arrecadar é preciso empreender. O que fará o governo municipal? irá empreender investindo o que arrecadar com o referido tributo, no desenvolvimento do município e seus munícipes ou ou seus membros irão aplicar estes recursos nos seus desenvolvimento financeiros particulares?
3 - Porque em lugar de sufocarem a população com tributos elevados, não buscam alternativas para aumentar a geração de emprego e renda da população e com isto aumentar a arrecadação municipal? Isto pode ser realizado em ações multi-setoriais, em arranjos entre as secretarias de INDUSTRIA e COMÉRCIO, TRABALHO e RENDA, AÇÃO SOCIAL e DIREITOS HUMANOS, TURISMO e ESPORTES e LAZER. Mas nada de Shows. Isso é Circo e Marmelada para engabelar o povo!
4 - Será que eles já imaginam que não irão permanecer muito tempo no poder, e pretende se arrumar logo?
5 - ENQUANTO A POPULAÇÃO ENCONTRA-SE ATÔNITA, SEM SABER COMO SALDARÁ SEUS IMPOSTOS, NAS REDES SOCIAIS NÃO SE TRATA DE OUTRO ASSUNTO. O QUE SERÁ QUE O GOVERNO ESTÁ TRAMANDO OU APRONTANDO?
Bom, não sei! As perguntas não calam, apenas sei que o Zelito teria tudo para fazer um governo de referência, para assinalar de forma positiva seu nome na história do município!
QUANDO EU ERA CRIANÇA, MINHA MÃE DIZIA:
"Come mingau meu filho, para curar o dodói, dito e feito eu comia e ficava logo bom. Mas tarde nas incertezas da adolescência, ela dizia, procurar o Pastor e conversa com ele, que ele te guiará. Também dito e feito, eu sempre encontrava meu caminho!
Agora vejo pela frente um "Mingau Pastor" que vem provocando dodói nos cidadãos, ao menos em seus bolsos, e, é muito difícil de engolir. O que deixa a população desorientada, sem saber aonde chegará.
Será que alguém consegue comer este mingau?" (Língua de Trappo)
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21 de julho de 2017
26 de março de 2017
15 de fevereiro de 2017
“OS POBRES NÃO TERÃO COMO PAGAR A TARIFA DA ÁGUA APÓS A CEDAE SER PRIVATIZADA”, CLÓVIS NASCIMENTO, PRESIDENTE DA FISENGE [VÍDEO]
Querem privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do RJ - CEDAE, mas a ladainha de que o Estado está quebrado justifica passar a Companhia para a iniciativa privada? Para responder essa e outras perguntas relevantes fui entrevistar o presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (FISENGE), CLÓVIS Francisco do Nascimento Filho (foto). Engenheiro civil há 38 anos, especialista na questão do saneamento, também é vice-presidente do Sindicato de Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ).
O dirigente afirmou que caso essas privatizações aconteçam quem vai sofrer, principalmente, é a camada mais pobre do povo, pois a iniciativa privada só atende a quem tem dinheiro para pagar. “Somos contra a privatização da CEDAE porque saneamento, água e esgoto tem que ter gestão pública, do contrário o povo não terá como pagar pela tarifa (...) a CEDAE é uma empresa lucrativa que cumpre seu papel e dá dividendos ao estado. Não tem cabimento privatizá-la. Isso sem falar do pior dos problemas, água é questão de saúde pública, sem acesso a água tratada muitas pessoas irão adoecer de diversas enfermidades”.
A consequência da precarização é o crescimento dos gastos com saúde provocados pelo aumento das doenças. Segundo a ONU, a cada 1 real investido em saneamento, economiza-se 4 reais em saúde. Mas os capitalistas pouco se preocupam com isso. Eles só pensam no lucro. Isso sem falar nas demissões, arrocho salarial e na retirada de mais diretos trabalhistas e sociais.
Clóvis Nascimento explicou detalhadamente como será difícil avançar com a privatização da estatal, é um processo desgastante. 61 municípios atendidos pela CEDAE precisam aprovar a privatização, tem que ser votado em todas as casas legislativas e por todos os prefeitos, depois também pela ALERJ e por fim pelo insuspeito governador, agora cassado pelo TRE-RJ, Pezão.
Segundo fontes, apesar de a empresa valer entre R$ 10 e R$ 14 bilhões, nos bastidores, membros do governo dizem que a negociação seria de cerca de R$ 4 bilhões, valor irrisório – a receita operacional da CEDAE em 2015 foi de R$ 4,47 bilhões. Ao contrário do que afirmam aliados de Pezão, a empresa é lucrativa. Em 2015, o lucro líquido foi de R$ 248,8 milhões. O termo de compromisso também prevê que, se a venda for realizada por valor inferior ao do empréstimo obtido, a diferença será paga com recursos da previdência social dos servidores, sacrificando ainda mais os funcionários públicos.
Após termos gravado, o presidente do FISENGE lembrou que cidades, como Paris, Buenos Aires, Berlim, Barcelona, Sevilha, Nápoles e Atlanta, estão retomando o controle sobre o serviço, devido às altas taxas cobradas pela iniciativa privada e à piora das condições nos bairros mais pobres por não haver interesse de empresários em investir nesses locais.
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20 de dezembro de 2016
Em defesa do interesse público no Licenciamento Ambiental

A Casa Civil liberou os deputados federais para votarem o polêmico substitutivo do deputado federal Mauro Pereira (PMDB/RS) ao PL 3729/04, que cria um novo “sistema” de licenciamento ambiental. Pereira é relator do substitutivo que acaba, na prática, com o licenciamento ambiental brasileiro.
A Casa Civil deveria encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta em elaboração, fruto do trabalho integrado dos Ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Minas e Energia, Infraestrutura, entre outros, que compatibilizavam trechos dos substitutivos aprovados anteriormente nas Comissões Meio Ambiente e de Agricultura, elaborados respectivamente pelos deputados Ricardo Tripoli (PSDB/SP) e Moreira Mendes (PSD/RO). Porém, o governo federal declinou de apresentar a proposta, para a surpresa de todos que estavam contribuindo para um novo marco regulatório.
Em meio a uma semana tumultuada e diante de uma grande crise institucional, a Casa Civil optou por apoiar a proposta do deputado federal Mauro Pereira – que flexibiliza regras vigentes e beneficia diretamente atividades irregulares.
O substitutivo de Mauro Pereira permite a dispensa e a simplificação do licenciamento, sem critérios ou diretrizes gerais da União, o que fere princípios constitucionais e cria insegurança jurídica, sem resolver o problema fundamental.
Delega aos estados e municípios, autonomamente, a definição de quais empreendimentos estarão sujeitos ao licenciamento ambiental, de acordo com a natureza, porte e potencial poluidor, sem que esteja prevista qualquer orientação em nível federal sobre os critérios para tal definição. Essa discricionariedade, incluída no artigo 3o do substitutivo, desconsidera biomas, bacias hidrográficas e áreas estratégicas para conservação, enfraquecendo a União na competência de dar diretrizes gerais para a proteção do meio ambiente. O dispositivo permite, por exemplo, que uma mineração seja dispensada de licenciamento em um estado e submetida à licenciamento ordinário com EIA/Rima em outro. Essa medida poderá gerar uma verdadeira “guerra de flexibilização do licenciamento ambiental” entre estados e municípios, à exemplo da deletéria “guerra fiscal” que o país vem tentando resolver.
O texto praticamente anistia e desobriga empreendimentos implantados sem licença de compensatórias por passivos para regularização, limitando apenas os impactos ao meio físico. Caso venha a ser aprovado, impediria, por exemplo, a implantação de infraestrutura de saneamento básico para as comunidades afetadas pela hidroelétrica de Belo Monte, por não reconhecer o impacto socioambiental da obra. Deixaria descobertos também moradores e comunidades das áreas afetadas pelo dano da Samarco, na bacia do rio Doce, a quem caberia simplesmente recompor, quando muito, matas ciliares danificadas, desconsiderando ainda potenciais danos futuros que a atividade pode acarretar.
A proposta dispensa do licenciamento ambiental as atividades agropecuárias e de florestas plantadas, à exceção da instalação de novas atividades quando houver restrições a sua implantação, estabelecidas por lei específica. O único zoneamento agroecológico aprovado atualmente no país é o da cana-de-açúcar. Sendo assim, não havendo qualquer restrição legal, a entrada em vigor da lei proposta liberaria de forma generalizada as atividades de agricultura e floresta plantada. O texto pode afetar também áreas protegidas, patrimônios tombados, quilombolas e terras indígenas, entre outros instrumentos da legislação ambiental brasileira.
Um tema tão importante e estratégico como esse não pode ser discutido e votado sem transparência e participação da sociedade.
Votar o substitutivo de Mauro Pereira ao PL 3729/04, com apoio da Casa Civil, neste difícil momento do país e no encerramento do ano legislativo, sugere uma afronta à sociedade brasileira e às instituições.
O licenciamento ambiental assegura a vida e garante a ordem social, mas depende de eficiência, orçamento e estrutura adequados para atender às demandas da sociedade com agilidade e competência. O sucateamento e o desmonte do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) levaram à burocracia desnecessária e lentidão nos processos.
O Brasil precisa de uma lei moderna, que defenda o meio ambiente e a sociedade, sem retrocessos e faça do licenciamento ambiental um instrumento arrojado de ganho para o desenvolvimento socioambiental no país.
Fundação SOS Mata Atlântica
14 de novembro de 2016
A Farra dos incentivos e o discurso de Marcelo Freixo na Alerj contra o pacotes de Maldades!
Desta vez tenho que concordar com o Freixo, em ordem, número, gênero e grau. É sem dúvidas uma maldade sem precedentes com a população, chega a semelhar-se aos atos de maldosos Adolf Hitler, antes do genocídio. Sendo que desta vez, os judeus não são o alvo, muito pelo contrários, alguns deles, empresários atuantes no estado, são até favorecidos e beneficiados, em detrimento das classes mais baixas, e das que beiram a linha da miséria, face aos minguados valores dos seus benefícios de aposentadorias. bem como, a grande maioria dos servidores públicos, que são exatamente aqueles que ganham menos do que quatro salários mínimos!
É um grande absurdo mexer com o bilhete único, vai ficar muita gente desempregada no Rio.
Os motivos de estarmos nessa situação são mais que óbvios. Mau caratismos dos gestores dos últimos dez anos, Sergio Cabral Filho e Luiz Fernando Pezão, suas respectivas esposas que são participantes nas tramoias e seu "seleto grupo de amigos". Um período no qual a prevaricação no trato da coisa pública, o favorecimento aos companheiros de fraternidade, a megalomania e os desperdícios, foram a palavra de ordem!
Em uma das farras com os benefícios fiscais, a dupla Pezão/Cabral, mancomunados com Jorge Picciani, criaram instrumentos legais, que reduziram as alíquotas do ICM'S das Joalherias estabelecidas no Rio de Janeiro tais como: H STERN, AMSTERDAM SAUER, MONTE CARLO E VIVARA de 18% para 6%. Isso representou no período de dois anos uma economia para aquelas empresas da ordem de 250 milhões de reais que deixaram de entrar nos cofres do Estado.
Outra farra com os benefícios fiscais, da dupla Pezão/Cabral, foi a redução dos impostos paras empresas de transporte coletivos e de massas, cuja maioria pertencem ao grupo da família da esposa do ex-governador, e que não resultou em benefícios para o povo!
Porém o mais espantoso nesta história toda, é o fato de que enquanto o governo falido quer Bater em cachorro preso e amordaçado, que não
lhes oferece riscos e ameaças, que são as classes menos privilegias e o funcionalismo público. Este mesmo governo deixará de receber, só neste ano, R$ 6,609 bilhões de grandes empresas sediadas no estado. O valor se refere à estimativa de renúncia fiscal prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviada à Assembleia Legislativa (Alerj). A renúncia fiscal ocorre quando o poder público deixa de cobrar impostos da iniciativa privada em troca de investimentos. Apenas em 2014, o estado abriu mão de R$ 6,208 bilhões, segundo a sua prestação de contas, e esse montante deve ser ainda maior nos próximos anos. A estimativa para 2016, 2017 e 2018, conforme a LDO, é de R$ 7,073 bilhões, R$ 7,673 bilhões e R$ 8,313 bilhões, respectivamente.
Entre os incentivos concedidos pelo estado, estão contratos financeiros assinados com grandes distribuidoras de bebidas e montadoras de automóveis. Um deles prevê financiamento de R$ 2,1 bilhões para o Grupo Man Latin América Indústria de Serviços, ligado à Volkswagen.
Em março, quando a crise econômica já dava sinais, o governo financiou R$ 760 milhões, via crédito do ICMS, a expansão da Ambev em Piraí. Coincidentemente a Terra de Pezão!
Outra verdade é que não tinham dinheiro para realizar um baile funk, mas acometidos por suas vaidades sem limites, e uma megalomania descabível, resolveram participar da realização de uma Copa
do Mundo, e ainda bancar em parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro,
uma Olimpíada, esvaziando os cofres do estado e dos fundos de aposentadoria do funcionalismo, para "remodelar a casa"! Deu no que deu, acabaram com os recursos, e de tabela estão levando alguns municípios ao desespero, pois não repassam os recursos deles de direito.
e hoje não tem dinheiro para pagar o funcionalismo, pensões e aposentadorias e não conseguem mais, manter o restaurante popular.
A grande solução é: Parar de roubar, reduzir os salários dos políticos, acabando com seus privilégios! o que já seria um bom começo! (Gilson de Abreu)
11 de julho de 2012
É SIMPLISMENTE DESCASO E FALTA DE HUMANIDADE DOS GOVERNANTES E FUNCIONÁRIOS
A nutrição enteral do meu filho deveria ter chegado semana passada, acredito que desta semana não vai passar, afinal um governo que pode investir tanto em entretenimento e cultura, não deixaria a desejar no quesito saúde, ainda mais se tratando de uma ação judicial o qual a justiça entendeu por "obrigação de fazer".
Silenciosamente, pacificamente, educadamente, humanamente... Mas se me expuseram, prometo dar conta do espetáculo.
Eu adoro cultura, teatro então sempre foi minha praia nas igrejas, criar, e dirigir peças teatrais me encantam. Ainda mais com temas morais ou espirituais que mexam na essência divina que acredito que resta em todo ser humano criado por Deus. Meu filho era a criança mais feliz que ja ví, ele ria do vento a soprar-lhe as orelhas, um dia ele me perguntou vendo seu irmão gêmeo correndo a frente dele, depois de vários tombos: _Mamãe eu não consigo mais correr? Eu to dodói? Vai passar?
É claro que vai passar meu amor...Tay sachs variante b1 doença que o acometeu a partir dos 5 anos, levando sua capacidade de andar... falar... sentar... comer pela boca... hoje enxergar... Representa um cativeiro interior, pois ñ mexe com o cognitivo, ele entende td, sempre entendeu e eu prometi que seria sua mão até o fim e que o fim seria um lindo paraíso onde dor nunca mais haverá, nem lágrimas, que ele não iria só correr mas voar e que eu faria tudo até suportar tudo isso sem questionar Deus para um dia estar lá com ele. Lutei com todas as armas humanas possíveis. O experimento com células tronco a que fui esclarecer-me com seu médico ainda trata-se de algo distante para essas doenças, o que existe são pessoas tentando explorar o desespero dos pais. O médico me disse, nunca tivemos meios termo para falar disso. Inclusive ele me disse;_ Vc conseguiu td para garantir sua qualidade de vida possível domiciliar Ana, hoje eu lhe diria que mesmo diante de um quadro clínico respiratório severo vc pode optar por uma uti ou não e pra que entubar ele né?
Eu' nunca tive fé utópica, Deus pode mudar, mas minha realidade é essa e aprendi que tinha que lidar com essa. felizmente eu ñ espero em cristo somente neste mundo e este mundo eu sei bem como é.
Tudo que quero agora é mantê-lo nutrido com a alimentação que a justiça entendeu que lhe é direito. E sentir seu cheirinho da sua pele todos os dias que a Deus ainda nos permitir. Eu respiro ele.
O sentido da vida pra mim se perdeu em meio a essa cruel realidade, mas não se perdeu meus valores, com eles pretendo um dia morar num mundo melhor que este e se pretendo isso ñ anteciparia isso, mas aprendi a fazer meus dias valerem muito a pena.
Hoje eu ñ gosto de ter que sair de perto do meu filho. Mas saio por episódios imprescindíveis. Estudo enfermagem para melhor cuidar dele e dar esse seguimento a minha vida. Entre outras coisinhas que me tiram de perto dele por momentos. Hoje ir ao teatro não é minha prioridade, mas será se eu continuar tendo que expor tudo isso, ou perder idas ao hospital em busca de seus suprimentos. Eu adorarei expor uma faixa bem grande com uma amiga em meio ao teatro, com uma pergunta: "É muito caro para esse governo cumprir uma ordem judicial em pról de uma criança?
Silenciosamente, pacificamente, educadamente, humanamente... Mas se me expuseram, prometo dar conta do espetáculo.
Também posso colar cartazes em igrejas, ruas, muros etc...
A revolta é grande... os motivos variados, e aprendi que tudo que tenho que fazer com a raiva que faz parte sim de nós humanos e canalizá-la bem.
Será que erro nisso? Cometo injustiça???
É fora de senso?
Se tenho medo?
Eu tinha muito medo de ver meu filho sofrer...
Se sei me precaver pra que impunidade gere ao menos muitos gastos, porque infelizmente é assim né?
Bem... Noção demais de realidade acho que tenho...
Ana Paula
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MUNICÍPIOS.,
PODER EXECUTIVO,
RECEBIDO POR E-MAIL
16 de janeiro de 2012
Cidades devem ser administradas como "organismos vivos", defende especialista
Especialista em assentamentos informais, Nicholas You ajudou a formular o Índice de Cidades Verdes/Foto: Reprodução
Os elaboradores das políticas deixam de ver a cidade como uma entidade única. A opinião é do especialista em meio ambiente urbano Nicholas You, presidente do comitê de coordenação da campanha urbana mundial da ONU-Habitat, uma plataforma para organizações privadas e públicas compartilharem políticas e ferramentas urbanas sustentáveis.
Em entrevista para o Índice de Cidades Verdes (GCI, na sigla em inglês), iniciativa produzida pela Economist Intelligence Unit, com o patrocínio da Siemens, You defendeu que o caminho para cidades mais verdes passa por repensar em como gerenciá-las.
"Todos são responsáveis por uma fatia do problema, como água, energia e transporte, porém, ninguém controla o quadro geral. Os prestadores de serviço trabalham em um isolamento esplêndido, que é prejudicial à abordagem holística necessária para tornar as cidades mais sustentáveis", criticou o especialista. As cidades deveriam fazer planejamento urbano em longo prazo, de cima para baixo", sugeriu.
Na concepção de Nicholas You, as cidades até desenvolvem, de forma geral, práticas que podem ser consideradas inovadoras e sustentáveis, mas tais iniciativas acabam isoladas, pois não são implementadas na "elaboração de políticas ao mais alto nível". "Precisamos nos conscientizar de que há muita inovação lá fora. Como poderemos documentar de maneira sistemática essas histórias e registrar as lições aprendidas, além de apresentar um mecanismo de comentários e informações diretamente dentro da política?", questionou.
Para o especialista em meio ambiente urbano, levar o planejamento a sério é a principal chave para as cidades da América Latina e do resto do mundo se tornarem ambientalmente sustentáveis. "Eu não estou dizendo planejamento 'setorial', em que cada setor (água, energia, saneamento básico) planeja independentemente. Precisamos olhar para as cidades ou para a região metropolitana como um todo.
"A cidade é um organismo vivo que precisa ser gerido como uma entidade única, e como qualquer organismo vivo, precisa ser desenvolvida" - Nicholas You.
You citou as jurisdições, que "competem entre si", como um dos maiores inimigos da urbanização sustentável. "Você tem áreas metropolitanas que atravessam várias jurisdições, em diversas comissões de planejamento e fornecedores independentes de serviços. Você pode estar ocupado tentando tornar sua cidade
mais verde, porém metade da população que depende da sua cidade vive em outros municípios e tem uma estrutura governamental diferente", observou.
mais verde, porém metade da população que depende da sua cidade vive em outros municípios e tem uma estrutura governamental diferente", observou.
"Esses governos estão empenhados em construir o próximo shopping center, o novo campo de golfe e o próximo exburb (áreas de baixa densidade de ocupação nos arredores das grandes cidades, onde se utiliza o automóvel como principal meio de locomoção)", acrescentou Nicholas You. As cidades proativas estão cientes que não podem ter altos percentuais de sua população socialmente excluída e esperar ser uma cidade global, concluiu.
Fonte: Redação EcoD http://www.ecodesenvolvimento.org.br/
http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/janeiro/cidades-devem-ser-administradas-como-organismos?mid=57#ixzz1jdL46v6F
Fonte: Redação EcoD http://www.ecodesenvolvimento.org.br/
http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/janeiro/cidades-devem-ser-administradas-como-organismos?mid=57#ixzz1jdL46v6F
18 de dezembro de 2011
SÓ UMA PONTE..
Há uma semana, o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Construído em quatro anos, o colosso sobre o mar tem 42 quilômetros de extensão e custou o equivalente a R$2,4 bilhões.Há uma semana, o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre, uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff. Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos. Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões.
Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa. Na edição desta segunda-feira, o Jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto numérico resumido no quadro abaixo:
Os números informam que, se o Guaíba ficasse na China, a obra seria concluída em 102 dias, ao preço de R$ 170 milhões. Se a baía de Jiaodhou ficasse no Brasil, a ponte não teria prazo para terminar e seria calculada em trilhões. Como o Ministério dos Transportes está arrendado ao PR, financiado por propinas, barganhas e permutas ilegais, o País do Carnaval abrigaria o partido mais rico do mundo.
Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade. Se tentasse fazer na China uma ponte como a do Guaíba, Alfredo Nascimento daria graças aos deuses se o castigo se limitasse à demissão.
Dia 19/07/11, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública. (Adotada esta prática no Brasil, teríamos que eleger um Congresso por ano)
20 de abril de 2011
GUAPIMIRIM UMA CIDADE SEM UM MÍNIMO PLANEJAMENTO
O Vale das Pedrinhas é vizinho do Comperj. O município, pelo menos se considerar as notícias da prefeitura, vive atualmente apenas as lembranças de seu líder maior, o ex-prefeito Nelson do Posto, falecido no final do ano passado. Vizinha de muro com o Comperj a cidade não anuncia as discussões importantes bem como o seu planejamento para garantir a sua participação em um dos maiores empreendimentos do Brasil, o Comperj, embora o atual prefeito, Renato Costa Mello, tenha se decidido por transformar o município na melhor opção de turismo ecológico do Estado, um caminho defendido pela Agenda 21 Comperj.
“Os participantes identificaram como propensão do município a riqueza de recursos naturais e o turismo ecológico e esperam que futuramente Guapimirim seja referência em educação ambiental e fonte formadora de consciência ambiental” diz um dos primeiros documentos da agenda que pontuou na ocasião ser Guapimirim um município novo –emancipou-se de Magé em 1990 - mas disposto a crescer.
Guapimirim fica em um vale cercado pela Serra dos Órgãos na base do pico do Dedo de Deus, importante símbolo turístico do Estado, onde se encontra uma das áreas mais preservadas da Mata Atlântica entrecortada por rios e cachoeiras. 70% do seu território encontra-se em área de proteção ambiental e o município empresta sua área a cinco APAs, entre elas a APA Guapimirim, conhecida de ambientalistas e pesquisadores de todo o País.
Entre as regiões do município com maior risco de impacto está o bairro Vale das Pedrinhas. Ao lado do Comperj, a localidade embora carente de serviços públicos vem enfrentando um espetacular crescimento populacional e era uma das maiores preocupações do ex-prefeito.
Escrito por: Wilian Oliveira Dom, 06 de Fevereiro de 2011 02:03 - Guapimirim
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