Acho que
só agora entendi porque o sr. Lula gostava de viajar freqüentemente para a
África. Boa companhia, bons negócios (particulares...).
Exclusivo
– O Rosegate revela mais duas bombas. Não existem registros nos anais da FAB de
viagens internacionais feitas por Rosemary Novoa Noronha nos aviões da
Presidência da República, embora a ex-chefe do gabinete paulista de Dilma tenha
viajado 24 vezes ao exterior com o amigo e chefe Lula. Por tal informação,
passada reservadamente pela inteligência das Forças Armadas ao Procurador Geral
da República, Roberto Gurgel, a “Doutora Rose” seria a “mulher invisível” que
trabalhava para Lula.
Outro
bomba. Rosemary utilizava um passaporte exclusivo de membros do primeiro
escalão governamental para viagens de negócio ao exterior que fazia sem a
presença do amigo Lula. Serviços de inteligência das Forças Armadas receberam
informes de que Rose participaria de negócios com diamantes em pelo menos cinco
países: Bélgica, Holanda, França, Inglaterra e Alemanha. As pedras preciosas
seriam originárias de negócios ocultos feitos pela cúpula petralha na África,
principalmente Angola. Tal informação também foi passada à PGR pelos militares.
Foram
detectadas dezenas de viagens não-oficiais de Rosemary ao exterior, para
"passeios de negócios". O passaporte especial a denunciou. Foram 23
para a França. Para Suíça, ocorreram 18, por via terrestre, partindo de Paris,
e mais quatro por via aérea. Rose também fez 12 deslocamentos de avião para a
Inglaterra. Outras sete viagens para o Caribe e os Estados Unidos, aconteceram
de navio – de acordo com a inteligência militar brasileira.
Tais
informações sigilosas sobre o Rosegate não aparecem nas 600 páginas do
inquérito da Operação Porto Seguro. Militares também estão checando o informe,
que circula pela internet, de que, numa viagem de Lula a Portugal, Doutora Rose
teria levado, na mala diplomática, 25 milhões de Euros. O valor, que teria sido
declarado à receita portuguesa, seguiu em carro forte para depósito na agência
central do Banco Espírito Santo, na cidade do Porto.
Como
os documentos sobre tal operação estariam arquivados na Aduana do aeroporto
internacional Francisco de Sá Carneiro, a petralhada morre de medo que se
confirme o informe do e-mail denúncia – segundo o qual Rose mandou fazer o
depósito tendo Luiz Inácio Lula da Silva como o possível beneficiário de um
seguro que fora feito para evitar “algum sinistro” com tanto dinheiro.
Diante
de novas denúncias que surgem com o Rosegate, o Procurador Geral da República,
Roberto Gurgel, se prepara para pedir, a qualquer momento, a quebra dos sigilos
bancário, fiscal e telefônico de Luiz Inácio Lula da Silva & Família. A
solicitação é um desdobramento do julgamento do Mensalão e servirá para
alimentar de informações o Processo Investigatório 2.474. Correndo em segredo
de Justiça no Supremo Tribunal Federal, desde 2007, com 77 volumes de fatos
concretos, o trabalho investiga as relações de negócios entre o PT, o Banco
BMG, e o mito Lula.
Gurgel
quer saber como e onde Lula aplica os recursos que recebe nas palestras que vem
dando no Brasil e no exterior. O Instituto Lula também pode ser alvo do
Procurador, para saber quem são as pessoas físicas e jurídicas que andam
financiando as atividades políticas de Lula. A maior preocupação do
ex-presidente é com a Polícia e a Receita Federal. Lula foi informado de que
servidores fora do controle do Governo – mas agindo dentro da lei e do dever de
ofício – teriam informações comprometedoras sobre ele e seus filhos.
Se
tudo vier à tona, o processo do Mensalão vai parecer roubo de galinha no
quintal do vizinho mais próximo...
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